28 de dezembro de 2016

Arade

danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

25 de dezembro de 2016

Os reinos de Seom e Ogue

antigo testamento pentateuco danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

22 de dezembro de 2016

Nomes teofóricos e seus significados

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

16 de dezembro de 2016

O calendário judaico


antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

15 de dezembro de 2016

Periodicidade das práticas religiosas

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

9 de dezembro de 2016

O itinerário em Números

arqueologia antigo testamento

danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

8 de dezembro de 2016

Sitim

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

7 de dezembro de 2016

Balaão, filho de Beor

arqueologia antigo testamento
Bíblia de Estudo Arqueológica

6 de dezembro de 2016

Liturgia ugarítica contra serpentes venenosas

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Bíblia de Estudo Arqueológica

4 de dezembro de 2016

A Ordenação Sacerdotal Levítico 8—10

victor hamiltonA Ordenação Sacerdotal Levítico 8—10 

Já disse que Levítico 6.8—7.38 não se limita a detalhar as informações dadas em Levítico 1.1—6.7, mas acrescenta orienta­ções específicas quanto às obrigações dos sacerdotes nas cerimô­nias dos sacrifícios. O que, no entanto, qualifica o sacerdote a exe­cutar suas funções e qual a origem disso tudo? 

A Ordenação dos Sacerdotes (8) 

No capítulo 8, tudo ocorre publicamente, “à porta da tenda da congregação” (vv. 3,4,33,35), ou seja, no amplo pátio aberto que leva à entrada da tenda interna. Como observa Klingbeil1, os sa­cerdotes, nesse estágio, encontram-se em uma situação interme­diária ou liminar. Por ainda não terem sido ordenados, não po­dem oferecer sacrifícios, mas de forma clara já não fazem parte do laicato. Todos os passos visam à consagração, o que implica: ba­nhos (vv. 5,6), paramentos (vv. 7-9), unção com azeite (vv. 10-13) e ofertas de sacrifícios. Tais ofertas são especificamente pelo peca­do, holocaustos, e ofertas pacíficas ou pela ordenação, nessa or­dem (vv. 14-29). As instruções para essa cerimônia e investidura são encontradas em Êxodo 29; a cerimônia ocorre em Levítico 8. 

A estrutura literária é semelhante à verificada nos trechos so­bre o Tabernáculo em Êxodo. Os capítulos 25—31 apresentam ins­truções sobre o Tabernáculo, e os capítulos 35—40 narram sua implementação. A mudança de instrução para implementação é cla­ra em ambos os casos: o Tabernáculo, em Êxodo 25—31 e 35—40; e o sacerdócio, em Êxodo 28 e 29, e Levítico 8. De modo semelhante, a seção de implementação, nos dois casos, utiliza-se da mesma fraseologia: “Fez, pois [...] como o Senhor lhe ordenara”. Principal­mente em Êxodo 39 e 40, já vimos essa expressão ser utilizada de maneira muito ampla. Além desse trecho, temos Levítico 8.4,5,9,13,17,21,29,34,36. Para ser mais exato, em cada um desses três capítulos lemos por sete vezes que Moisés ou alguém fez “con­forme o Senhor lhe ordenara”: Êxodo 39.1,5,7,21,26,29,31 (as ves­tes sacerdotais); 40.19,21,23,25,27,29,32 (a instauração do Tabernáculo); Levítico 8.4,9,13,17,21,29,36 (a ordenação de sa­cerdotes). Vemos ainda, em ambas as seções, um contraste entre a forma certa e a errada de fazer algo: como adorar a Deus (Ex 25—31) e como não adorar a Deus (Êx 32); o modo correto de cele­brar as cerimônias (Lv 8;9) e o modo incorreto de realizá-las (Lv 10.1,2,16-20). 

2 de dezembro de 2016

Cronograma da peregrinação no deserto

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Bíblia de Estudo Arqueológica

1 de dezembro de 2016

TREMPER LONGMAN III - As narrativas patriarcais Gênesis 12—36

danilo moraes tremper longman
As narrativas patriarcais Gênesis 12—36

Gênesis 1—11 apresenta o relato do mundo a partir da criação até Abraão. Esses onze capítulos concentram a atenção no mundo todo durante um período de tempo incrivelmente longo. O relato começa com seres humanos vivendo na presença de Deus e experimentando sua bênção. Prossegue com o relato trágico da ruptura daquela bênção. Mas a esperança continua existindo na incansável busca divina de um relacionamento renovado com suas criaturas humanas.

Com o início das narrativas patriarcais (que começam em Gn 11.27 com a introdução da toledot de Terá), o foco da narrativa passa a se limitar a um único indivíduo, e a velocidade do tempo narrativo também diminui. Aqui Deus inicia uma nova abordagem para alcançar a humanidade e restaurar sua bênção sobre os seres humanos. Ele escolhe um indivíduo por meio do qual alcançará o mundo.

Em resumo, Gênesis 1—11 é o preâmbulo de Gênesis 12 e do que vem em seguida. O relato da criação diz como Deus aben­çoa a humanidade com uma vida rica, ao passo que Gênesis 3—11 informa a respeito da ação humana deliberada de tumultuar o propósito divino. Também instila esperança no leitor, ao descre­ver a procura divina intencional por restaurar o relacionamento. Aliás, conforme expresso com muita propriedade por Gordon J. Wenham, “as promessas a Abraão renovam a visão que Gênesis 1 e 2 estabeleceu para a humanidade”.1

Três homens — Abraão, Isaque e Jacó — são os patriarcas de Israel, os quais Deus usa para estabelecer um povo dedicado ao seu serviço. Os filhos de Jacó, inclusive José, não são conside­rados patriarcas, como se pode ver na referência que, mais tarde, se faz ao “Deus de Abraão, Isaque e Jacó”. Essa distinção não minimiza a importância dos filhos de Jacó, que são os “pais” das doze tribos de Israel. Isso ajuda a explicar por que faço distinção entre as narrativas patriarcais e a história de José.

A narrativa de Abraão

29 de novembro de 2016

R. K. HARRISON - A consagração dos sacerdotes (8.1 - 20.20)

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A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES (8:1 - 10:20)

A primeira seção de Levítico estava em estreito relacionamento com as passagens em Êxodo que tratavam da seleção dos aronitas como a fa­mília sacerdotal oficial (Êx 28:1), as vestes que deviam usar (Êx 28:2­43), e o modo da sua consagração (Êx 29:1-46). Esta matéria seguiu as instruções acerca da planta e a edificação do tabernáculo do deserto (Êx 25-27), e, por sua vez, era seguida pela legislação da aliança (Êx 30-34) e pelas descrições da maneira segundo a qual o tabernáculo foi finalmen­te construído e mobiliado (Êx 35-40). Agora, uma grande seção de Levítico trata da consagração dos sacerdotes ao seu importante cargo medianeiro, e narra como as instruções de Êxodo 29 foram executadas. Poderia parecer à primeira vista que um sentido melhor de ordem pode­ria ter sido realizado por meio de descrever a consagração dos sacerdotes em conjunção com estes preceitos rituais, mas a organização interna do sistema sacrificial exigia que as várias classes de ofertas fossem enumera­das antes de os sacerdotes serem consagrados de fato e os cultos do Ta­bernáculo instituídos. A seqüência que foi adotada revelou-se bem apro­priada, tendo em vista que o sacrifício devia primeiramente ser ofereci­do por Moisés em prol destes sacerdotes como parte dos seus ritos de consagração, e somente quando os sacerdotes possuíssem o manual sacrificial na sua inteireza, e a autoridade de levar a efeito as suas instru­ções, é que poderiam oficiar segundo a sua vocação.[1] Em etapa algu­ma nestas narrativas há qualquer desvio da propriedade ritual.

a. A preparação para a unção (8:1-5)

28 de novembro de 2016

Orla (borla) dos mantos

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Bíblia de Estudo Arqueológica

27 de novembro de 2016

A novilha vermelha

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Bíblia de Estudo Arqueológica

26 de novembro de 2016

Quem eram os nefilins?

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25 de novembro de 2016

Cades Barneia

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22 de novembro de 2016

Instruções hititas para os sacerdotes


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danilo moraes
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21 de novembro de 2016

Os amuletos de Ketef Hinnon

ARQUEOLOGIA ANTIGO TESTAMENTO DANILO MORAES
Bíblia de Estudo Arqueológica

19 de novembro de 2016

O número do censo e seu significado

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Bíblia de Estudo Arqueológica

17 de novembro de 2016

Sábado, ano sabático e Jubileu

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12 de novembro de 2016

VICTOR P. HAMILTON - O Sistema de Sacrifícios: Levítico 1—7

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O Sistema de Sacrifícios  Levítico 1—7 

Poder-se-ia supor que Levítico, importantíssimo livro central do Pentateuco, possui esse nome por tratar exclusivamente dos levitas. Deve-se admitir que referências a “sacerdotes” abundam por todo o livro (na verdade, são 194). Alguns capítulos, aliás, dedicam-se com exclusividade a questões sacerdotais (por exem­plo, 8—10; 21; 22). Por outro lado, encontramos em Levítico ape­nas uma breve referência aos levitas, a qual se encontra relacio­nada ao Ano do Jubileu: “Mas, no tocante às cidades dos levitas, às casas das cidades da sua possessão, direito perpétuo de resga­te terão os levitas. E, havendo feito resgate um dos levitas, então, a casa comprada e a cidade da sua possessão sairão no jubileu; porque as casas das cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos de Israel” (25.32,33). Em Números, todavia, te­mos capítulos ou seções inteiras dedicadas ao papel dos “levitas”: 1.47-53 (censo dos levitas); 2.17,33; 3.1—4.49 (funções dos levi­tas); 7 (em especial os versículos 4 e 5); 8.5-26; 16 (uma revolta instigada pelos levitas contra Moisés); 17.1-3 (o nome de Arão é escrito no bordão de Levi); 18 (funções de sacerdotes e levitas, e ofertas para seu sustento); 26.57-62 (censo dos levitas); 31.47 (espólios de guerra para os levitas); 35.1-4 (cidades dos levitas). Em certo aspecto, portanto, “Levítico” seria um nome mais adequado para Números — caso “Levítico” estivesse especificamente relaci­onado aos levitas. E muito provável que o termo que intitula o terceiro livro do Pentateuco na Septuaginta grega e na Vulgata latina não era originalmente utilizado nesses idiomas para deno­minar os levitas como um grupo específico de sacerdotes. Em vez disso, tratava-se de um termo mais genérico, relacionado a tudo que dizia respeito ao sacerdócio. Como tal, é um título bastante apropriado para esse livro bíblico. Essa interpretação concorda com o nome pós-bíblico e rabínico de Levítico, que étorat kohahirrr. “instruções para os/dos sacerdotes”. 

Levítico se divide de forma natural em cinco unidades: 

1. leis sobre sacrifícios (1—7) 

2. leis sobre ordenação de sacerdotes (8—10) 

3. leis sobre impurezas físicas e morais (11—16) 

4. leis sobre santidade física e moral (17—26) 

5. leis sobre votos (27) 

Norman Geisler1 sugeriu que Levítico fosse compreendido como um livro subdividido em duas partes: (1) como nos aproximamos do Altíssimo (1—10), através de sacrifícios (1—7) e por meio do sacerdócio (8—10); e (2) como alcançamos a santidade (11—27). por intermédio da higiene (11—16) e da santificação (17—27). 

10 de novembro de 2016

TREMPER LONGMAN III - A história primeva Gênesis 1—11

antigo testamento pentateuco danilo moraes
Iniciaremos agora uma leitura interpretativa do livro de Gênesis, sempre tendo em mente os princípios e o pano de fundo que exploramos nos capítulos anteriores. Mas, ao contrário de um comentário completo, que pode se delongar em detalhes, irei ilustrar uma abordagem geral do texto, na qual pode haver uma interpretação mais detalhada. 

Gênesis é a história do relacionamento persistente de Deus com suas criaturas humanas. Ele está decidido a abençoá-las apesar de pecarem continuamente. Esse tema geral de Gênesis dá coerência ao relato. 

Apresentarei o livro de Gênesis em três partes: a história pri­meva, as narrativas patriarcais e a história de José. Essas três par­tes estão delimitadas uma das outras por meio do tema e do estilo literário de cada uma. Num pequeno espaço de texto, Gênesis 1—11 cobre um período de tempo vasto, ainda que não especifi­cado. A velocidade narrativa diminui quando Abraão, o primeiro patriarca, é introduzido, e esse novo ritmo também prossegue ao longo das histórias de Isaque e Jacó (cp. 12—36). O relato sobre a vida de José (cp. 37—50) é diferente dos textos precedentes por causa de sua narração com qualidades quase de um romance, num óbvio contraste com a forma bem episódica como as narra­tivas patriarcais são apresentadas. 

E fácil ler essas três partes como se fossem isoladas umas das outras, mas é erro proceder assim. Embora cada uma apre­sente suas próprias ênfases distintas, a bênção de Deus, a perda da bênção bem como sua recuperação são um tema disseminado por todo o livro. 

Gênesis 1—2, o relato da criação, descreve como Deus aben­çoa seres humanos, criando-os e colocando-os no Jardim, onde todas as suas necessidades são satisfeitas. Mais importante do que isso é que são abençoados com um relacionamento vital e harmo­nioso com Deus. Vivem no Jardim de Deus na presença de Deus. 

Gênesis 3 narra a perturbação que a revolta humana intencio­nal causou na bênção de Deus. A essa altura vemos um padrão que vai até Gênesis 11, chega às narrativas patriarcais e avança mesmo além. Deus consistentemente julga o pecado: ele não deixa que a revolta fique por isso mesmo. Mas também não rejeita totalmente a humanidade. Ele a busca com sua bênção. Seja mediante aquilo que chamo de “amostras da graça” nos relatos de Gênesis 3-11, seja mediante as promessas de Gênesis 12-50, veremos o persistente desejo divino de levar suas criatu­ras de volta a um relacionamento restaurado com ele. Em The story of Israel os autores oferecem uma boa descrição da narrativa pós-Jardim quando dizem que trata de “como Israel volta ao Jardim, não geográfica mas espacialmente” e “como [....] o povo de Deus desfruta da bênção de estar na presença de Deus”.[1]


A história primeva Gênesis 1—11 

8 de novembro de 2016

Festas de Israel

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antigo testamento
Bíblia de Estudo Arqueológica


7 de novembro de 2016

Sacrifício humano no antigo Oriente Médio

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Bíblia de Estudo Arqueológica

6 de novembro de 2016

R. K. HARRISON - Regulamentos a respeito do sacrifício (1:1-7:38 - Parte 2)

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d. O sacrifício pelos pecados (4:1 - 5:13)

Esta seção trata dos regulamentos que envolvem ofertas para peca­dos involuntários e por acidente. A posição do malfeitor na sociedade determinava a natureza do animal a ser sacrificado. Ao passo que em Levítico 3:12 nenhuma disposição foi feita para os pobres sacrificarem aves, presumivelmente porque não eram consideradas uma oferta sufi­cientemente grande para uma refeição sacrificial, nesta seção uma cate­goria de ofertas menos dispendiosas é estabelecida para o benefício de pes­soas que não tinham meios de sacrificar um novilho ou uma cabra.

1-2. Uma nova fórmula introdutória (“quando alguém,” cf. 5:1)[1] indica uma mudança da preocupação de Deus com a restauração do bem­-estar, para a preocupação com os meios mediante os quais as transgres­sões acidentais podem ser expiados. Pecar (2) vem do Hebraico hátã, raiz esta que significa basicamente “errar o alvo.” Ao pecar, o transgres­sor realmente perde o objetivo real da existência, que é viver em obedi­ência aos mandamentos de Deus e ser santo conforme Ele é santo (Lv 11:44; 19:2, etc.). O que está envolvido em cometer transgressões por ignorância (NEB “involuntariamente”) é o fazer aquilo que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor a Israel. A tradução por igno­rância é um pouco enganadora, ainda que somente porque certo grau de desobediência consciente era obviamente envolvido. Destarte, nas transgressões mencionadas em 5:1-4, o pecado por ignorância incluiria tanto os atos conscientes da desobediência quanto transgressões come­tidas como o resultado de fraqueza e fragilidade. Versículos subseqüentes tratam das categorias de pessoas abrangidas por estas disposições.

1. O sumo sacerdote (3-12)

1. Como a única pessoa ungida na nação quando estas leis foram instituídas, o sumo sacerdote exercia uma posição de grande responsa­bilidade espiritual. Qualquer transgressão da parte dele era refletida so­bre a nação como um todo, para escândalo para o povo (3), visto ser ele o representante do povo diante de Deus e assim profanaria o Santo dos Santos por causa da sua iniqüidade. Aqueles que são membros do sacerdócio real de Deus em Cristo (1 Pe 2:9) devem ser revestidos de jus­tiça (SI 132:9), e não devem permitir que o pecado domine em seus cor­pos mortais (Rm 6:12). A oferta pelo pecado (hattà’t) do sumo sacer­dote fazia expiação para ele e atenuava a ira de Deus. Aqui, como nou­tras partes do sistema sacrificial hebraico, ressalta-se alguma coisa que é feita em prol do homem para remover a barreira estabelecida pelo peca­do. A palavra hattã’t é derivada de uma forma verbal que significa “pu­rificar,” de modo que o substantivo significa “um sacrifício que obtém a purificação.” A função desta oferta, portanto, é purificar o local da adoração, tomando-o santo ao Senhor (cf. Zc 14:20), e fazendo com que seja possível para Deus habitar mais uma vez entre Seu povo.

5 de novembro de 2016

VICTOR P. HAMILTON - O Tabernáculo, o Bezerro de Ouro e a Renovação da Aliança

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O Tabernáculo, o Bezerro de Ouro e a Renovação da Aliança 

Êxodo 25—40 

Muito provavelmente, a última parte importante de Êxodo (a lidar com o Tabernáculo) parece decepcionante e até monótona para muitos leitores contemporâneos do Antigo Testamento. Quem, após fazer algumas observações sobre esses capítulos, manter-se- ia interessado em seu conteúdo, excetuando talvez um decorador ou um arquiteto? Apesar disso, as Escrituras nos dão uma deta­lhada descrição do Tabernáculo, a qual se estende por dezesseis capítulos. Começa com as orientações divinas sobre a construção (25—31), passando por interrupções e atrasos por causa da apos­tasia (32—34), até a conclusão final da incumbência divina (35— 40). Ou seja, passa-se da instrução (25—31), pela interrupção (32— 34), até a implementação (35—40). Entre duas seções (25—31 e 35—40), que lidam com a correta adoração de Deus e a constru­ção do que Deus deseja para seu povo, há a seção que fala sobre uma adoração repreensível e a construção/prática do que Deus não deseja para seu povo (32—34). Pode-se até perceber que o livro de Êxodo começa e termina com os israelitas construindo alguma coisa. No princípio, são forçados a construir cidades-ce­leiro para Faraó (1.11); no fim, concordam em construir um local de adoração portátil, para que Deus possa habitar entre eles. 


O Tabernáculo (25—31; 35—40) 

O interesse dos estudiosos, no que tange ao Tabernáculo, tem se concentrado em questões históricas, praticamente deixando de lado a análise teológica. A tese de Julius Wellhausen, do fim do século XIX, foi revisada, mas não abandonada. Ele alegava que o relato de Êxodo sobre o Tabernáculo é uma ficção, e que tal edifi­cação jamais chegou a existir durante o período no deserto. Ele afirmava que, na verdade, a história havia sido formada em um período posterior, durante o exílio, usando o Templo de Salomão como modelo. 

4 de novembro de 2016

Tatuagens e autolaceração na religião antiga

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Bíblia de Estudo Arqueológica

3 de novembro de 2016

Leis médio-assírias

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TREMPER LONGMAN III - Abraão e Nuzi - costumes patriarcais em seu contexto cultural

tremper longman danilo moraes
Abraão e Nuzi - costumes patriarcais em seu contexto cultural 

Nos capítulos quatro e cinco examinamos as semelhanças e as diferenças entre relatos antigos de criação e de dilúvio. Em nossa última análise do contexto do antigo Oriente Próximo sobre Gênesis, tratamos de um assunto diferente, a saber, como os cos­tumes culturais que observamos em Gênesis se comparam com aqueles em outras regiões do antigo Oriente Próximo. Aqui a per­gunta que clama por resposta é se os patriarcas se encaixam ou não no período em que a Bíblia os situa. Outro benefício deste estudo comparativo é que esclarece ainda mais costumes bíblicos que parecem tão estranhos para nós. 

Podemos atribuir uma data a Abraão? 

E possível situar Abraão numa linha do tempo? Quanto a isso, podemos identificar uma data absoluta em vez de uma relativa de qualquer acontecimento bíblico? Uma data relativa é aquela que é atribuída a algum acontecimento na sua relação com outros acontecimentos. Todas as datas apresentadas na Bíblia são relati­vas a outros acontecimentos. Como exemplo vamos considerar a data do êxodo do Egito. Talvez o dado cronológico mais impor­tante para esta data se encontre em IReis 6.1: 

No ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, Salomão, no ano quarto do seu reinado sobre Israel, no mês de zive (este é o mês segundo), começou a edificar a Casa do Senhor. 

Esse tipo de datação relativa com certeza nos ajuda a ter uma visão da relação cronológica entre acontecimentos bíbli­cos, mas não permite que coloquemos o êxodo em nossa linha do tempo, isto é, não nos permite que atribuamos uma data abso­luta a esse acontecimento. 

2 de novembro de 2016

R. K. HARRISON - Regulamentos a respeito do sacrifício (1:1-7:38 - Parte 1)

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Os primeiros quinze capítulos de Levítico contêm listas de regula­mentos que regem os vários tipos de sacrifícios prescritos para a remoção do pecado e da imundícia, a iniciação formal do sacerdócio de Israel nas suas funções religiosas, e uma declaração das diferenças fundamentais en­tre espécies limpas e imundas. Os vários sacrifícios e ofertas chegam ao seu ponto culminante no capítulo 16, onde são prescritos os rituais que devem ser seguidos no dia da expiação. O restante do livro trata de uma variedade de leis cerimoniais, e termina com uma declaração das bênçãos que sobrevirão a Israel se as leis forem guardadas, juntamente com uma declaração dos castigos que serão o resultado de repudiar os estatutos da aliança.

I. REGULAMENTOS A RESPEITO DO SACRIFÍCIO (1:1-7:38)

As leis que regem as ofertas sacrificiais aparecem em duas formas contrastantes nesta seção. Em 1:1 — 6:7, os preceitos rituais são des­critos do ponto de vista da pessoa que faz a oferta, ao passo que em 6:8 —7:38 a narrativa considera os vários sacrifícios conforme os sacerdotes têm de manipulá-los. Seguem a mesma ordem geral, no entanto, exce­tuando-se que em 6:8 — 7:38 a oferta pacífica ocorre no fim (7:11-21) ao invés de ocupar o terceiro lugar na lista (3:1-17) que consiste em 1:1 — 6:17. É difícil dizer exatamente por que a matéria foi organizada desta maneira. É possível que visasse ajudar os sacerdotes ou em memo­rizar a ordem dos vários rituais,[1] ou em dar instruções acerca da nature­za e significado dos procedimentos a serem seguidos. Há uma padroni­zação literária bem como funcional aqui, e se o propósito de tal disposi­ção era de qualquer maneira didático, tal fato subentenderia que a for­ma escrita de Levítico servia pelo menos parcialmente como um manual de procedimento sacerdotal. Como tal, seria comparável quanto à fun­ção com outros manuais cultuais do Oriente Próximo antigo destinados para o uso sacerdotal. Em contraste com as festas prescritas em Levíti­co 23, que eram obrigatórias para a congregação de Israel, as ofertas descritas nesta seção eram de uma natureza mais pessoal e espontânea, e visavam a satisfação de necessidades espirituais individuais. Destarte, refletem a liberdade da abordagem a Deus que o cristão possui, salvo que para este último não é necessário nenhum sacerdote mediador, por causa da obra expiadora do grande Sumo Sacerdote. Além disto, o cren­te pode aproximar-se de um Deus amoroso e perdoador, com arrepen­dimento e fé, independentemente dos formulários cultuais ou estipula­ções denominacionais, e achar graça para auxílio em tempos de neces­sidade.

a. O holocausto (1:1-17)

1 de novembro de 2016

Demônios caprinos e sátiros do deserto

Bíblia de Estudo Arqueológica

VICTOR P. HAMILTON: A Lei e a Aliança - Êxodo 19—24

victor hamilton
A Lei e a Aliança - Êxodo 19—24 

Depois de viajarem por três meses, os hebreus chegaram ao monte Sinai, não raro identificado com Jebel Musa (em árabe, “a montanha de Moisés) com 2.300 metros de altura. Por diversas vezes, Moisés subiu e desceu essa montanha: “E subiu Moisés a Deus” (19.3), Moisés voltou” (19.7, NVI); “E relatou Moisés” (19.8, implícito) “Então Moisés desceu” (19.14); “e Moisés subiu” (19.20); "Então Moisés desceu” (19.25) (ver Arichea: 1989). 

Apesar de terem chegado ao Sinai em Êxodo 19.1, os israelitas iriam partir até Números 10.11,12. Chegaram “ao terceiro mês” (Èx 19.1) após partirem do Egito. Números 10.11 relata que os israelitas partiram do Sinai “no segundo ano, no segundo mês, aos vinte do mês”. Ou seja, o acampamento aos pés do Sinai du­rou cerca de onze meses. Seguramente, trata-se de um grande e importante momento nas vidas do povo de Deus. De acordo com Blenkinsopp, os eventos narrados no Pentateuco cobrem 2.706 anos. Dentre quase três mil anos, apenas onze meses foram pas­sados no Sinai. Ainda assim, esse período abarca quase um terço do Pentateuco. Schramm nos apresenta os seguintes números: Gênesis 1.1 a Êxodo 18.27 = 2.028 versículos; Êxodo 19.1 a Nú­meros 10.10 = 1.972 versículos; Números 10.11 a Deuteronômio 34,12 = 1.849 versículos. 


A Aliança no Sinai 

Na primeira vez em que Moisés subiu o Sinai, Deus falou e Moisés ouviu (vv. 3-6). Trata-se, antes de mais nada, de lembrar Israel da fidelidade e do cuidado divino. Israel não havia chegado até ali por acaso ou graças a sua agressividade (v. 4). Todavia, de “o que fiz [...] vos levei [...] e vos trouxe” no versículo 4, o discurso passa, no versículo 5, a “agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz”. Passamos da causa aos efeitos, do amor divino à res­ponsabilidade humana. Então, dos efeitos aos resultados: “então, sereis” (v. 5). 

1. Causa: “o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim”. 

2. Efeitos: “agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto”. 

3. Resultados: “então, sereis a minha propriedade peculiar den­tre todos os povos”; “e vós me sereis reino sacerdotal e povo santo”. O povo de Deus, portanto, é singular, separado do mundo, mas apenas para servir em um ministério de recon­ciliação com este mesmo mundo. 

31 de outubro de 2016

O dia da Expiação

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Bíblia de Estudo Arqueológica

27 de outubro de 2016

Doenças de pele no mundo antigo

antigo testamento danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica

26 de outubro de 2016

Alimentos puros e impuros na Bíblia e no antigo Oriente Médio

arqueologia danilo moraes

animais puros impuros
Bíblia de Estudo Arqueológica

25 de outubro de 2016

Pureza ritual em Israel e no antigo Oriente Médio

arqueologia danilo moraes
Bíblia de Estudo Arqueológica


24 de outubro de 2016

TREMPER LONGMAN III - Nóe e Utnapishtim

antigo testamento danilo moraes
Nóe e Utnapishtim
em qual relato do dilúvio devemos acreditar? 

Uma história, talvez apócrifa, narra a agitação que uma descoberta provocou em um dos grandes pioneiros do estudo da literatura mesopotâmica, o inglês George Adam Smith, o qual, em outras circunstâncias, seria bem pacato. O ambiente é o final do século 19, quando milhares de tábuas de barro provenientes da Mesopotâmia foram acrescentadas à coleção do museu britâ­nico. Por estar fazendo a leitura inicial dessas tábuas, tornou-se a primeira pessoa desde a antigüidade a ler a décima primeira tábua do épico de Gilgamesh a qual é a parte que narra acerca do grande dilúvio. Diz a história que quando Smith leu a tábua e notou a incrível similaridade com o relato bíblico do dilúvio, ele subiu em cima de uma mesa de biblioteca e começou a rasgar as roupas por estar tão empolgado.[1]

Se essa história é verdadeira ou não, certamente reflete a realidade da empolgação que estudiosos sentiam quando viram a intima ligação entre as várias e antigas tradições do dilúvio. 

Em resumo, acharam que haviam encontrado a origem do relato bíblico. Este era simplesmente uma reescrita do relato do antigo Oriente Próximo! Frederick Delitzsh, filho do grande comenta­rista luterano Franz Delitzsch, e figura de peso na disciplina relativamente recente de estudo da antiga Mesopotâmia (assirio- logia), bem como outros estudiosos, defenderam a idéia de que a Bíblia era, em essência, um débil reflexo desses grandes mitos e lendas.[2] Mas será que essa é a única explicação? Antes de poder­mos responder a essa pergunta, precisamos apresentar com mais detalhes o que, exatamente, a literatura antiga extrabíblica diz sobre o dilúvio. 

Relatos mesopotâmicos sobre o dilúvio 

23 de outubro de 2016

R. K. HARRISON - Levítico: Introdução

antigo testamento danilo moraes
O TÍTULO DO LIVRO 

Na Bíblia Hebraica, o livro de Levítico é o terceiro dos cinco livros da Lei, ou Torá, cuja autoria era atribuída a Moisés pela tradição hebrai­ca antiga. A palavra inicial do livro, wayyiqrã ’ “e Ele chamou,” foi usa­da como título pelos judeus, que também descreviam Levítico por desig­nações tais como “a lei dos sacerdotes,” “o livro dos sacerdotes,” e “a lei das ofertas.” Estas últimas designações caracterizavam o conteúdo geral do livro, reconhecendo-o como uma obra principalmente escrita para o sacerdócio hebraico. 

A versão grega do Antigo Testamento, a Septuaginta, chamava o livro de Leuitikon ou Leueitikon, i.é, “a respeito dos levitas.” A Vulga­ta, uma revisão da versão latina antiga, traduziu o título grego pela fra­se Liber Leviticus, da qual derivou o título na Bíblia em português. Em­bora o livro se ocupe muito mais com os deveres dos sacerdotes do que com os dos levitas, o título em português não deixa de ser apropriado, visto que o sacerdócio hebraico era essencialmente levítico no seu cará­ter (cf.Hb 7:11). 

A NATUREZA DE LEVÍTICO 

Visto que Levítico é basicamente um manual de regulamentos e procedimentos sacerdotais, é natural que apenas o elemento puramen­te histórico fosse subordinado a considerações rituais e legais. Mesmo assim, há narrativas históricas entretecidas com seções de leis e instru­ções acerca de procedimentos sacrificiais de tal maneira que fica claro que Levítico tem estreita conexão histórica com Êxodo e Números. Por razões puramente de estilo, Levítico está ligado com Êxodo 20 — 40, e a associação é demonstrada no texto hebraico mediante as palavras ini­ciais de Levítico, cuja primeiríssima consoante é um “vav consecutivo,” que indica uma conexão direta com o que imediatamente o precedeu é, Êxodo 40:38. 

Levítico desenvolve questões que dizem respeito ao ordenar do culto no santuário divino que apenas são mencionadas de modo breve em Êxodo. Ao passo que este último descreveu as especificações e a construção do tabernáculo, Levítico narra a maneira segundo a qual os sacerdotes devem cuidar do santuário e sala do trono do Grande Rei. A obra é um tratado jurídico fundamentalmente importante porque contém os regulamentos mediante os quais a vida religiosa e civil da nação hebraica devia ser governada uma vez que a terra de Canaã fosse ocupada. 

22 de outubro de 2016

Sacrifícios e ofertas na Bíblia e no antigo Oriente Próximo


Bíblia de Estudo Arqueológica

21 de outubro de 2016

O tabernáculo e a arca


Bíblia de Estudo Arqueológica

VICTOR P. HAMILTON - As Provações no Deserto

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As Provações no Deserto 

Êxodo 15.22—18.27 

Após Êxodo 15.1-21, em 15.22—18.27, vemos uma mudança radical de ânimo e atmosfera. A comemoração de 15.1-21 dá lugar às reclamações de 15.22-26. Quase que imediatamente depois dos louvores de 15.1-21, a gratidão é substituída por lamúrias. Na verdade, uma das principais palavras encontradas nesse trecho de Êxodo, lün (“murmúrio, lamúria, reclamação”), ocorre no Anti­go Testamento apenas em relatos passados no deserto (Êx 15.22— 17.16; Nm 11.1—36.13). Ela aparece em Êxodo 15.24; 16.2,7,8; 17.3, e em nove ocorrências correspondentes de Números (Nm 14.2,27 [2x], 29, 36; 16.11,41; 17.5,10). Aúnica vez em que o verbo aparece fora de relatos durante o tempo no deserto é em Josué 9.18: “toda a congregação murmurava contra os príncipes”. 

Existem diversas semelhanças de vocabulário entre esse tre­cho e uma seção anterior, na qual as pragas são descritas, que vinculam um ao outro. (1) Em 7.24, “não podiam beber” as águas do rio (que se haviam tornado em sangue); em 15.23, “não pude­ram beber” as águas amargas de Mara. (2) Em 9.18 e 22, Deus fez "chover” saraiva por todo o Egito; em 16.4, fez “chover” pão sobre o acampamento dos israelitas. (3) Em 10.14,15, os gafanhotos “vi­eram sobre” [“invadiram”, NVI] e “cobriram” toda a terra; em 16.13, as cordonizes “subiram” [“apareceram”, NVI] e “cobriram" o arraial. (4) Em 7.20, Moisés “feriu” o Nilo com o cajado; em 17.5,6. ele “feriu” a rocha com a vara. (5) As pragas tinham como propósi­to fazer Faraó/Egito “saber que eu sou o Senhor” (7.5,17, e ou­tras); Deus supre seu povo de maná e cordonizes para que o povo “saiba” quem os livrou e sustentou (16.6,8). 

A viagem de três meses entre Egito e Sinai não foi tranquila, nem para Moisés nem para os israelitas. Durante essa breve fra­ção de seu itinerário, eles passaram por pelo menos quatro crises: as águas amargas de Mara (15.22-27); a falta dos víveres neces­sários (16.1-36); a falta de água para beber em Refidim (17.1-7): a invasão dos amalequitas (17.8-16). Um quinto problema seria o estado de saúde de Moisés. Ele, evidentemente, mostra-se sobre­carregado. Seria possível que suportasse tal ritmo de maneira indefinida? Poderia Israel perder seu líder, tão perigosamente perto de uma exaustão física (18.1-27)? Ele estava esgotado (17.12) e sua agenda era frenética (18.13).