25 de outubro de 2015

Norman Geisler - VISÕES SOBRE OS “DIAS” DE GÊNESIS

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VISÕES SOBRE OS “DIAS” DE GÊNESIS 


H á duas visões principais acerca do tempo envolvido na criação: a visão da terra velha e a visão da terra jovem. O último crê que o universo não tem mais que uns 15.000 anos, ao passo que o primeiro afirma que tem provavelmente uns 15.000.000 anos. 

Os proponentes da terra jovem entendem que os “dias” da criação são seis dias sucessivos, literais e solares de vinte e quatro horas cada, totalizando cento e quarenta e quatro horas de criação. Eles também rejeitam todo intervalo de tempo significativo entre as narrativas em Gênesis 1 ou dentro das genealogias em Gênesis 5 e 11.' 

A VISÃO DE SEIS DIAS DE VINTE E QUATRO HORAS DA CRIAÇÃO 

Nem todos os estudiosos que entendem que os dias de Gênesis são dias de vinte e quatro horas são proponentes da terra j ovem (alguns advogam uma teoria de intervalos). Todavia todos que sustentam uma terra jovem também sustentam a visão de dias de vinte e quatro horas. 

Argumentos Oferecidos para a Visão de Dias de Vinte e Quatro Horas 

Há muitos argumentos bíblicos apresentados a favor da posição de dias de vinte e quatro horas. Entre eles se incluem os seguintes. 

12 de outubro de 2015

Norman Geisler - A origem da criação material

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A ORIGEM DA CRIAÇÃO MATERIAL 

A criação é uma doutrina importante da Bíblia: É a primeira coisa declarada (Gn 

1.1) e uma das últimas que foram ressaltadas (Ap 4.11; 10.6; 21.5; 22.13). Na Bíblia, há centenas de referências à Criação e ao Criador, cobrindo a vasta maioria dos livros de Gênesis ao Apocalipse (ver Apêndice 2). A criação física não só inclui os objetos inanimados, mas também todos os seres vivos. 

A BASE BÍBLICA PARA A CRIAÇÃO 

A palavra criar (bara)' é usada com relação a três grandes acontecimentos em Gênesis 1: A criação da matéria (Gn 1.1), os seres vivos (Gn 1.21) e os seres humanos (Gn 1.27). Estes serão o foco de nossa discussão. 

A CRIAÇÃO DA MATÉRIA (O UNIVERSO) 

“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Com estas palavras majestosas, as Escrituras começam a descrever a origem de todas as coisas, e a criação é a fundação de tudo o mais que vem a seguir. Esta grande declaração do ato divino inicial é exclusivamente monoteísta. Esta é referência à criação do nada (ex mhilo) como é confirmado por recentes descobertas feitas na antiga Ebla (Síria). As tabuinhas de argila encontradas em Ebla declaram: 

Senhor do céu e da terra: a terra não era, tu a criaste, a luz do dia não era, tu a criaste, a manhã não era, tu a criaste, a luz matutina tu [ainda] não a tiveste feito existir. 

(Pettinato, AE, p. 259, em Merrill, BS) 

A Origem da Matéria 

Norman Geisler - Visões alternativas sobre a crição

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VISÕES ALTERNATIVAS SOBRE A CRIAÇÃO 


O cenário teológico para a doutrina cristada criação é teísta. Podemos entender melhor o teísmo em contraste com as outras duas principais visões (o panteísmo e o ateísmo; ver Volume 1, capítulo 2). Cada uma postula um ponto de vista fundamentalmente diferente sobre a origem. 

Há três alternativas primárias sobre a natureza da criação (ver Geisler, KTC, capítulo 4). Os materialistas (muitos dos quais são ateus) crêem na criação a partir da matéria (ex matéria), ao passo que os panteístas reivindicam que a criação sai de Deus (ex Deo), e os teístas afirmam que a criação foi feita por Deus do nada (ex nihiló). 

MATERIALISMO: CRIAÇÃO A PARTIR DA MATÉRIA 

A visão materialista da criação defende que a matéria (ou energia física) é eterna. A matéria sempre é e sempre será. Como reivindicam os físicos: “A energia não pode ser criada nem destruída”. Isto é conhecido como a primeira lei da termodinâmica.[1]

Há duas subdivisões básicas na visão da “criação a partir da matéria”: A que envolve um Deus (por exemplo, o platonismo), e a que não o envolve (por exemplo, o ateísmo). 

Platonismo: Deus Criou a partir da Matéria Preexistente 

R. K. HARRISON - O Exílio

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O Exílio 

CRONOLOGIA DESTE CAPÍTULO 

O Novo Império Babilónico........ 612/539 a.C. 

A CALAMIDADE QUE JEREMIAS PROFETIZOU HÁ TANTO TEMPO HAVIA finalmente alcançado o reino de Judá. A inexpugnável fortaleza de Jerusalém havia capitulado, o templo havia sido destruído, e a nação levada a um cativeiro vergo­nhoso. Este deveria ser em sua história longa e significativa, o teste mais severo a que os israelitas foram submetidos e de seu resultado dependeria o destino do Povo Escolhido. Mas o cumprimento da profecia hebraica era um assunto de pouca im­portância para os conquistadores babilônicos, pois ao conduzir Judá ao cativeiro, eles tinham outras importantes considerações em mente. Em primeiro lugar, estavam ansiosos para assegurar a redução da oposição militar palestina ao regime babil­onico, de maneira que o império pudesse fortalecer suas possessões ocidentais em preparação para um futuro ataque ao Egito. Em segundo lugar, os prisioneiros pro­veram Nabucodonosor com os serviços gratuitos de especialistas e artesãos para os seus ambiciosos projetos de construção na Babilônia. Ao deportar líderes potenciais, e também trabalhadores qualificados, os babilônios alcançaram, de uma só vez, os dois principais objetivos de suas conquistas na Palestina. 

4 de outubro de 2015

O Pentateuco - Danilo Moraes

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