19 de julho de 2015

Os Impérios humanos e a supremacia divina: Império Egípcio

Império Egípcio


INTRODUÇÃO

O Egito representa uma das mais antigas civilizações humanas. Sua história é quase tão antiga como o próprio homem. Julgam alguns historiadores, por isso, ter sido o Vale do Nilo o berço da humanidade. Mas, por intermédio das Sagradas Escrituras, sabemos ser a Mesopotamia o primeiro lar de nossos mais remotos ancestrais.

Napoleão Bonaparte, em sua campanha pelo Oriente Médio, ficou extasiado com a antigüidade da civilização egípcia. Ao contemplar as colossais pirâmides, exclamou aos seus homens: "Soldados, do alto dessas pirâmides, quarenta séculos vos contemplam". A grandiosidade do Egito exerce um grande atrativo sobre o nosso espírito. Como não admirar as monumentais conquistas dos forja-dores da civilização egípcia?

A presença do Egito nas Escrituras Sagradas é muito forte. Por esse motivo, precisamos conhecer melhor a his­tória e a geografia desse lendário e misterioso país. Tendo em vista o exíguo espaço de que dispomos, não poderemos tratar, com profundidade, da cultura egípcia. Cabe ao lei­tor, entretanto, aprofundar-se no assunto e buscar novas informações em uma bibliografia adequada. Basta-nos. por enquanto, alguns dados gerais sobre o outrora porten­toso império do Nilo.



I - HISTÓRIA DO EGITO

Não podemos datar, com precisão, quando chegaram os primeiros colonizadores aos territórios egípcios. Quanto mais recuamos no tempo, mais a cronologia torna-se im­precisa. Sabemos, contudo, que os primeiros habitantes dessa região foram nômades. Após uma vida de árduas e incômodas peregrinações, eles começaram a organizar-se em pequenos Estados. Essas diminutas e inexpressivas unidades políticas conhecidas como nomos, foram agrupando-se com o passar dos séculos, até formarem dois grandes reinos: o Alto Egito, no Sul; e, o Baixo Egito, no Norte. Ambos estavam localizados, respectivamente, no Vale do Nilo e no Delta do mesmo rio.

Entre ambas as regiões havia um forte contraste. Seus deuses eram diferentes, como diferentes eram, também, seus dialetos e costumes. Até mesmo a filosofia de vida desses povos eram marcadas por visíveis antagonismos. Declara o egiptólogo Wilson: "Em todo o curso da história, essas duas regiões se diferenciaram e tiveram consciência da sua diferenciação. Quer nos tempos antigos, como nos modernos, as duas regiões falam dialetos muito diferentes e vêem a vida com perspectivas também diferentes."

Sobre essa época, escreve Idel Becker: "Neste período pré-dinástico, o desenvolvimento da cultura egípcia foi, quase totalmente, autóctone e interno. Houve apenas, al­guns elementos de evidente influência mesopotâmica: o selo cilíndrico, a arquitetura monumental, certos motivos artísticos e, talvez, a própria idéia da escrita. Há, nessa época, progressos básicos nas artes, ofícios e ciências. Trabalhou-se a pedra, o cobre e o ouro (instrumentos, armas, ornamentos, jóias). Havia olarias; vidragem; sistemas de irrigação. Foi-se formando o Direito, baseado nos usos e costumes tradicionais - leis consuetudinárias."



1 - A unificação do Egito

Em conseqüência de suas muitas diferenças, o Alto e o Baixo Egito travaram violentas e desgastantes guerras por um longo período. Essas constantes escaramuças enfra­queciam ambos os reinos, tornando-os vulneráveis a ata­ques externos. Consciente da inutilidade desses conflitos, Menés, rei do Alto Egito, conquista o Baixo Egito. Depois de algumas reformas administrativas, esse monarca (para alguns historiadores, uma figura lendária) unificou o país, estabeleceu a primeira dinastia e tornou Tínis, a capital de seu vasto império.

A unificação do Egito ocorreu, de acordo com cálculos aproximados, entre 3.000 a 2.780 a.C. Nesta mesma época, os egípcios começaram a fazer uso da escrita e de um ca­lendário de 365 dias.

Unificados, o Alto e Baixo Egito transformaram-se no mais florescente e poderoso império da antigüidade. Os reis iniciaram a construção das grandes pirâmides, que lhes serviu de tumba. Por causa desses arroubos arquitetô­nicos, receberam o apelido de "casa grande" - faraó. En­tão, a cultura egípcia alcançou proporções consideráveis.

No final do Antigo Império, que abrange o período de 2.780 a 2.400 a.C, o poder dos faraós começou a declinar. O fim dessa era de glórias é marcado por revoltas e desor­dens, ocasionadas pelos governadores dos nomos.

Uma febre de independência alastra-se por todo o pais. Cresce, cada vez mais, o poder da nobreza; a influên­cia da realeza decai continuamente. Aproveitando-se des­se caos generalizado, diversas tribos negróides e asiáticas invadem o país.

Graças, entretanto, a intervenção dos faraós tebanos, o Egito consegue reorganizar-se, pelo menos até a agressão hicsa.



2 - A invasão dos hicsos

Não obstante a segurança trazida pelos príncipes de Tebas (11* dinastia) e pelas conquistas político-sociais do povo, o Egito começa a sofrer incursões de um bando aguerrido de pastores asiáticos. Nem mesmo o prestígio in­ternacional dos faraós seria suficiente para tornar defensá­veis as fronteiras egípcias.

Esses invasores, que dominariam o Egito por 200 anos, aproximadamente, são conhecidos como hicsos. Eles ini­ciam sua dominação em 1.785 e são expulsos por volta de 1580 a.C.

Idel Becker, com muito critério, fala-nos acerca desse conturbado período: "Esta é a época mais confusa e discu­tida da história do antigo Egito: um período de invasões e de caos interno. Os hicsos - conglomerado de povos semitas e arianos, invadiram o Egito (através do istmo que o li­gava à península do Sinai), venceram os exércitos de faraó e dominaram grande parte do país. Possuíam cavalos e carros de guerra (com rodas); e armas de bronze (ou talvez, mesmo, de ferro), mais bem acabadas e mais fáceis de ma­nejar do que as dos egípcios. Tudo isso explica a sua supe­rioridade bélica e os seus triunfos militares. Os hicsos tal­vez estivessem fugindo da pressão dos invasores indo-europeus (hititas, cassitas e mitanianos), sobre o Crescen­te Fértil."

Com os hicsos, acrescenta Becker, devem ter entrado no Egito os hebreus.



3 - Novo Império

Com a expulsão dos hicsos, renasce o Império Egípcio com grande pujança. Com Ames I, os faraós tornaram-se imperialistas e belicosos. Tutmés III, por exemplo, con­quistou a Síria e obrigou os fenícios, cananitas e assírios a pagarem-lhe tributo.

A expansão egípcia, entretanto, esbarrou nos interes­ses dos poderosos hititas, senhores absolutos da Ásia Me­nor. Na ocasião, o célebre faraó, Ramsés II fez ingentes es­forços para vencê-los. Como não conseguiu o seu intento, assinou com o reino hitita um tratado de paz, que vigorou por muitos anos. 32

Foi durante o Novo Império (1580-1200 a.C), que os israelitas começaram a ser escravizados pelos faraós. 4 - Decadência

Após o Novo Império, o Egito começou a sofrer suces­sivas intervenções: líbia, etíope, indo-européia, assíria, persa, grega e romana. Em linhas gerais, essa nação, cujo passado foi tão glorioso, pertenceu ao Império Romano, durante 400 anos; ao Império Bizantino, durante 300 anos. No Século VII d.C, fica sob a tutela dos muçulmanos. A partir de 1400, torna-se possessão turca. No Século XIX, fica sob a custódia franco-inglesa. No início deste Século, torna-se protetorado inglês.

Em 1922, todavia, conquista sua independência. Ho­je, porém, não passa de um apagado reflexo de sua primei­ra glória.



II - GEOGRAFIA DO EGITO

Netta Kemp de Money descreve o antigo Egito: "O Egito da antigüidade se assemelhava em sua forma a uma flor de lótus (planta importante na literatura e na arte egípcia), no extremo de um talo sinuoso que tem à esquer­da e um pouco abaixo da própria flor, um botão de flor. A flor é composta pelo Delta do Nilo, o talo sinuoso é a terra fértil que se estende ao longo do dito rio, e o botão é o lago de Faium que recebe o excedente das inundações anuais do Nilo".

O Egito atual tem o formato de um quadrado. Locali­zado no Nordeste da África, limita-se ao norte, com o mar Mediterrâneo; a leste, com Israel (e, também, com o mar Vermelho); ao sul, com o Sudão; a oeste, com a Líbia. De sua área, de quase um milhão de quilômetros quadrados, 96 por cento são compostos de terras áridas. Sua popula­ção, de 45 milhões de habitantes, é obrigada a viver com os 4 por cento de terras cultiváveis.

Localizava-se o Alto Egito no Sul do atual território egípcio. Essa região, chamada de Patros pelos hebreus (Jr 44.1,15), é constituída por um estreito vale ladeado por pe­nedos de formação calcária. O Baixo Egito, por seu turno, localizava-se no Norte e sua área mais fértil encontra-se no Delta.

O Egito, no entanto, não existiria sem o Nilo. Esse rio é o mais extenso do mundo, com um percurso de 6.400 km com suas vazantes, fertiliza vastas extensões de terra, tor­nando possível fartas semeaduras. Heródoto, com muita razão, disse ser o Egito um presente do Nilo.

Em seu livro Geografia das Terras Bíblicas, afirma o pastor Enéas Tognini: "Sem o Nilo, o Egito seria um Saara - terrível e inabitado. O Nilo proporcionou riquezas aos fa­raós que puderam viver nababescamente, construindo templos suntuosos, monumentos grandiosos, palácios de alto luxo, pirâmides gigantescas e a manutenção de exérci­tos bem armados que, não somente protegiam o Egito, mas tomavam, nas guerras novas regiões. Os egípcios não ti­nham necessidade de observar se as nuvens trariam chu­vas ou não. O Nilo lhes garantia a irrigação e as suas águas lhes davam colheitas fartas e certas. É fato que uma seca poderia trazer pobreza à terra, como aconteceu no tempo de José. Se a cheia fosse além dos limites, as águas pode­riam arrasar cidades, deixando o povo desabrigado e preju­dicariam as safras. Mas, tanto secas como enchentes eram raras. O Nilo era então, como é hoje, a vida do Egito e o principal fator de suas múltiplas organizações, simples al­gumas e sofisticadas e complexas outras".



III - A GRANDEZA DO EGITO

Os egípcios deixaram um marco de indelével grandeza na História. Desde as pirâmides às conquistas científicas e tecnológicas, foram magistrais. Haja vista, por exemplo, os arquitetos modernos que continuam a contemplar, com grande admiração, os monumentos piramidais construídos pelos faraós.

Desta forma Halley descreve a Grande Pirâmide de Queops: "O mais grandioso monumento dos séculos. Ocu­pava 526,5 acres, 253 metros quadrados (hoje 137), 159 m de altura (hoje. 148). Calcula-se que se empregaram nela 2.300.000 pedras de 1 metro de espessura média, e peso médio de 2,5 toneladas. Construída de camadas sucessivas de blocos de pedra calcária toscamente lavrada, a camada exterior alisada, de blocos de granito delicadamente escul­pidos e ajustados. Estes blocos exteriores foram removidos e empregados no Cairo. No meio do lado norte há uma pas­sagem, 1 m de largura por 130 de altura, que leva a uma câmara cavada em rocha sólida, 33 m abaixo do nível do solo, e exatamente 180m abaixo do vértice; há duas outras câmaras entre esta e o vértice, com pinturas e esculturas descritivas das proezas do rei".

Os antigos egípcios destacaram-se, ainda, na mate­mática e na astronomia. Há mais de quatro mil anos, quando a Europa revolvia-se em sua primitividade, os sá­bios dos faraós já lidavam com fórmulas para calcular as áreas do triângulo e do círculo e, também, do volume das es­feras e dos cilindros.

Souto Maior fala-nos, com mais detalhes, acerca do avanço científico dos antigos egípcios: "Apesar de não co­nhecerem o zero, já resolviam nessa época equações algébricas. Os seus conhecimentos astronômicos permiti­ram-lhes a organização de um calendário baseado nos mo­vimentos do Sol. A divisão do ano em doze meses de trinta dias é de origem egípcia; os romanos adotaram-na e ainda hoje é conservada com pequenas modificações. A medicina egípcia também era surpreendentemente adiantada. Che­garam a fazer pequenas operações e a tratar com habilida­de as fraturas ósseas. Pressentiram a importância do cora­ção e, na observação das propriedades terapêuticas de cer­tas drogas, adquiriram alguns conhecimentos de farmaco-dinâmica".



IV - O EGITO E OS FILHOS DE ISRAEL

O relacionamento de Israel com o Egito remonta à Era Patriarcal. Premidos pela fome e outras agruras, Abraão e Isaque desceram à terra dos faraós, onde sofreram sérios constrangimentos. O primeiro e maior patriarca hebreu, por exemplo, esteve prestes a perder a esposa, cuja beleza embeveceu o rei daquela nação. Não fosse a intervenção divina. Sara não seria contada entre as ilustres mães do povo israelita.

Em sua velhice, Abraão recebe esta sombria revelação do Senhor: "Saibas, de certo, que peregrina será a tua se­mente em terra que não é sua, e servi-los-ão; e afligi-los-ão quatrocentos anos; mas também eu julgarei a gente, a qual servirão, e depois sairão com grande fazenda. E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. K a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injus­tiça dos amorreus não está ainda cheia" (Gn 15.13-16).



1 - José, primeiro-ministro do Egito

Estêvão, sábio diácono da igreja primitiva, conta-nos como José chegou a primeiro-ministro do Faraó: "E os pa­triarcas, movidos de inveja, venderam a José para o Egito. mas, Deus era com ele. E livrou-o de todas as suas tributa­ções, e lhe deu graça e sabedoria ante Faraó, rei do Egito. que o constituiu governador sobre o Egito e toda a sua ca­sa. Sobreveio então a todo o país do Egito e de Canaã fome e grande tributação; e nossos pais não achavam alimentos. Mas, tendo ouvido Jacó que no Egito havia trigo, enviou ali nossos pais, a primeira vez. E, na segunda vez foi José conhecido por seus irmãos, e a sua linhagem foi manifesta a Faraó. E José mandou chamar a seu pai Jacó e a toda sua parentela, que era de setenta e cinco almas" (At 7.9-14).

Não obstante sua humilde condição de escravo, José tornou-se primeiro-ministro do Faraó. E, por seu intermé­dio, Deus salvou toda a descendência de Israel. Não fosse o providencial ministério exercido por esse intrépido hebreu, a progênie abraâmica ver-se-ia em grandes dificuldades. Sua história é uma das obras-primas da humanidade.

José chegou ao Egito no Século XX a.C. Nesse tempo, segundo os historiadores, os hicsos dominavam o país. Sendo, também, semitas, os novos senhores da terra não tiveram dificuldades em demonstrar sua magnanimidade aos hebreus. Mostrando-se liberais e generosos, ofereceram aos israelitas a região de Gósen, onde a linhagem abraâmi­ca desenvolveu-se sobremaneira.



2 - Moisés

Continua Estêvão a contar a história dos israelitas no Egito:

Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito; até que se levantou outro rei, que não conhecia a José. Esse, usando de astúcia contra a nossa linhagem, maltratou nossos pais, a ponto de os fazer enjeitar as suas crianças, para que não se multiplicassem. Nesse tempo, nasceu Moisés, e era mui formoso, e foi criado três meses em casa de seu pai. E, sendo enjeitado, tomou-o a filha de Faraó, e o criou como seu filho. E Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios; e era poderoso em suas pala­vras e obras.

"E, quando completou a idade de quarenta anos, veio-lhe ao coração ir visitar seus irmãos, os filhos de Israel. E, vendo maltratado um deles, o defendeu, e vingou o ofendi­do, matando o egípcio. E ele cuidava que seus irmãos en­tenderiam que Deus lhes havia de dar a liberdade pela sua mão; mas eles não entenderam. E no dia seguinte, pelejan­do eles, foi por eles visto, e quis levá-los à paz, dizendo: Varões, sois irmãos; por que vos agravais um ao outro? E o que ofendia o seu próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz sobre nós? Queres tu matar-me, como ontem mataste o egípcio?

"E a esta palavra fugiu Moisés, e esteve como estran­geiro na terra de Midiã, onde gerou dois filhos. E, comple­tados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor, no de­serto do monte Sinai, numa chama de fogo de um sarçal. Então Moisés, quando viu isto, maravilhou-se da visão; e, aproximando-se para observar, foi-lhe dirigida a voz do Senhor: "Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó. E Moisés, todo trêmulo, não ousava olhar. E disse-lhe o Senhor: Tira as alparcas dos teus pés, porque o lugar em que estás é terra santa: Te­nho visto atentamente a aflição do meu povo que está no Egito, e ouvi os seus gemidos, e desci a livrá-los. Agora, pois, vem, e enviar-te-ei ao Egito.

"A este Moisés, ao qual haviam negado, dizendo: Quem te constituiu príncipe e juiz? a este enviou Deus como príncipe e libertador, pela mão do anjo que lhe apa­recera no sarçal. Foi este que os conduziu para fora, fazen­do prodígios e sinais na terra do Egito, e no mar Vermelho, e no deserto, por quarenta anos. Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: ü Senhor vosso Deus vos levanta­rá dentre vossos irmãos um profeta como eu; a ele ouvireis" (At 7.17-37).


Israel deixou o Egito no Século XV a.C. Depois do Êxodo, israelitas e egípcios voltariam a se enfrentar no tem­po dos reis e no chamado período inter-bíblico. Recente­mente, com a independência do moderno Estado de Israel, as forças judaicas defrontaram-se com as egípcias diversas vezes. O antagonismo entre ambos os povos é milenar. En­tretanto, o futuro dessas nações será de paz e glória: "Na­quele dia haverá estrada do Egito até a Assíria, e os assí­rios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria: e os egípcios adorarão com os assírios ao Senhor. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra. Porque o Senhor dos Exércitos os abençoa­rá, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança" (Is 19.23-25).

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica, Rio de Janeiro : CPAD, 1987.