20 de janeiro de 2015

Gleason L. Archer - Introdução ao livro de Zacarias

O nome Zekar-Yah significa “O Senhor se lembrou” (isto é,
segundo se entende, que o Senhor atendeu às orações dos seus
pais, pedindo um menino). O tema da sua profecia era: Deus vai
preservar Seu remanescente fiel de todas as potências mundanas,
que oprimem e ameaçam à sua extinção; estes impérios gentílicos
serão destruídos, mas Israel vai sobreviver a todas as provações do
futuro, por ser o povo do Messias. É Ele que no futuro há de esta-
belecer o reino e reger a terra depois de vencer toda a oposição dos
pagãos.

Esboço de Zacarias

I. Mensagens Durante a Edificação do Templo, 1:1 — 8:23.

A. Primeira Mensagem: Chamada ao arrependimento nacio-
nal, 1:1-6.

B. Segunda Mensagem: as oito visões, 1:7 — 6:15.
1. O cavaleiro entre as murteiras, 1:7-17.

(O Deus soberano está pronto a intervir no cenário
pacífico do mundo para abençoar Sua cidade e Seu
povo).
2. Os quatro chifres e os quatro ferreiros, 1:18-21.
(Os opressores de Israel serão sucessivamente esma-
gados: Assíria, Babilônia, Grécia e Roma).
3. O cordel de medir, 2:1-13.
(Jerusalém, quase abandonada, será grande e po-
pulosa) .
4. Josué, símbolo da nação sacerdotal, 3:1-10.
(Israel será perdoada e purificada pela graça de
Deus).
5. O Candelabro: Israel é a lâmpada de testemunho,
4:1-14.
(Israel será alimentado com o óleo do Espírito pelo
Sacerdote-Rei, Cristo).
6. O rolo volante do julgamento divino, 5:1-4.
(Maldição sobre quem rejeita a Lei e a Aliança).
7. O efa de iniqüidade é levado para Babilônia, 5:5-11.
(A impiedade é banida para o mundo degenerado
donde veio).
8. Os quatro carros do julgamento divino, 6:1-8.
(A morte, a conquista e a pestilência são derrama-
das sobre as potências pagãs das circunvizinhanças).
9. Continuação: a coroa simbólica de Josué é a tipifi-
cação do Renovo, 6:9-15.

C. Terceira mensagem, 7:1 — 8:23.

1. Questões sobre os jejuns adicionais, 7:1-3.
2. A resposta, em quatro partes (a obediência é mais
importante do que os jejuns), 7:4 — 8:23.

II. Mensagens Depois da Edificação do Templo, 9:1 — 14:21.
A. A sentença de Hadraque (o rei ungido rejeitado, porém
triunfante), 9:1 — 11:17.
1. O Rei anunciado (a entrada do domingo de ramos;,
9:1-10.
2. O esboço do programa do rei, 9:11 — 10:12.
3. O Rei rejeitado (o Bom Pastor e o pastor insensato),
11:1-17.

B. A sentença de Israel (o Rei rejeitado entronizado), 12:1
14:21. 
e) Remoção permanente da idolatria de Israel, to-
dos os falsos profetas silenciados, 13:2-6.
2. Vitórias finais do Rei, 13:7 — 14:21.
a) Sua rejeição, e a purificação de Israel, 13:7-9.
b) O assalto a Jerusalém, e livramento através do
Senhor, 14:1-8.
c) Judá e seu Rei estabelecem sua supremacia sobre
toda a terra, 14:9-15.
d) No milênio: a sujeição das nações e a santidade
de Israel, 14:16-21.

Autoria e Data de Zacarias

O primeiro versículo apresenta Zacarias como sendo filho de
Baraquias e neto de Ido, que sem dúvida era o mesmo sacerdote
mencionado em Neemias 12:4 como sendo contemporâneo de Zoro-
babel. Em Zacarias 2:4, o Profeta é chamado “jovem” (Hebraico
na’ar). Provavelmente teria sido jovem quando cooperava com
Ageu durante a campanha em prol da reedificação em 520 a.C. Sua
última profecia datada (cap. 7) foi entregue dois anos mais tarde,
em 518, mas os capítulos 9 — 14 oferecem claras indicações de te-
rem sido escritos algumas décadas mais tarde, possivelmente depois
de 480 a.C., tendo em vista a referência à Grécia (9:13). Conforme
indica Unger (IGOT 355), a bem sucedida resistência da nação
grega à invasão de Xerxes naturalmente teria colocado aquele povo
numa posição de destaque aos olhos de todos os povos do Oriente
próximo. Não possuímos nenhuma informação adicional quanto à
carreira pessoal de Zacarias a não ser a referência em Mateus 23:35,
que parece indicar que foi martirizado pela ação duma turba no
terreno do Templo (já que o Zacarias mencionado por Cristo é
definido como sendo filho de Baraquias e não filho de Joiada, sendo
que este último Zacarias morreu de maneira semelhante durante
os dias do rei Joás, conforme II Cr 24:20,21).

Objeções Críticas Contra a Unidade de Zacarias

Depois do surgimento da crítica do século dezenove, aparece-
ram dois pontos de vista conflitantes quanto à origem dos caps. 9-14; a teoria pré-exílica e a teoria pós-alexandrina.

A. A teoria pré-exílica se baseia nas seguintes condições: 

1. Sendo que Zacarias 11:12,13 é citado em Mateus 27:9,10
como sendo uma profecia de Jeremias, o capítulo inteiro tem sido
atribuído a Jeremias ou a um seu contemporâneo pré-exílico (se-
gundo Joseph Mede em 1653). Mas devemos dizer, não é bem se-
guro declarar que Mateus 27 cite exclusivamente de Zacarias 11,
sendo que em certos aspectos importantes difere daquela passa-
gem, tanto da LXX como do TM. O cumprimento ao qual Mateus
se refere diz respeito à compra do campo do oleiro; isto indica Jere-
mias 32:6-9, que registra a compra do campo por um certo número
de siclos, e que também se refere ao campo como sendo um lugar
de enterro. Compare também Jeremias 18:2, que descreve o Profeta
observando um oleiro fazer vasos de barro na sua casa. Do mesmo
modo, Jeremias 19:2 fala dum oleiro que faz serviços perto do Tem-
plo, e cuja oficina se situa no vale de Hinom. Em Jeremias 19:11
lemos: “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Deste modo quebrarei
eu este povo e esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não
pode mais refazer-se, e os enterrarão em Tofete”. Devemos, por-
tanto, entender o ato citado em Zacarias, de lançar o dinheiro ao
oleiro, como sendo uma volta ao antigo símbolo que remontava até
o tempo de Jeremias. Apesar de Mateus 27 combinar tanto Jeremias
(de cujos escritos foi tirado a palavra “campo”) como Zacarias, só
Jeremias é mencionado, por ser o mais antigo e o mais importante
dos dois profetas. Um exemplo paralelo deste modo de agir se acha
em Marcos 1:2,3, onde a citação começa com Malaquias 3:1 e segue
com Isaías 40:3, mas Marcos refere-se apenas a Isaías como sendo
a fonte de citação.

2. Sendo que Zacarias 9:1,2 menciona Hadraque, Damasco e
Hamate como sendo países independentes (assim é o argumento),
esta passagem deve pertencer a uma época anterior à conquista da
Síria por Tiglate-Pileser em 732. O fato, porém, é que não há ne-
nhuma implicação necessária nestes três versículos em que os três
principados mencionados fossem livres e independentes, assim como
não eram livres as três cidades dos filisteus mencionadas em 9:5.
Não há nenhum motivo específico que as impediria de ter um fu-
turo que fosse alvo duma predição, mesmo durante o reinado de
Xerxes, quando estavam sob o domínio do império persa. Conforme
a luz da história subseqüente, é óbvio que a passagem contém a re-
velação dum julgamento a ser derramado sobre estes principados
na época da invasão de Alexandre Magno, em 332 a.C.

3. Zacarias 11:14 contempla a possibilidade de se estabelecer
uma fraternidade entre Judá e Israel. Isto tem sido interpretado
como sinal de a passagem ter sido composta antes da queda de
Samaria em 722, e provavelmente até antes da aliança de Peca com
Rezim de Damasco em 734. Mas este raciocínio é baseado em fraca
evidência, já que os autores pós-exílicos consideravam que as tri-
bos do sul tivessem sido reunidas na Restauração em 536 a.C.
Esdras 6:17 e 8:35 dão a entender que muitos dos descendentes
do reino do norte voltaram com o remanescente de Judá, sendo que
as ofertas foram apresentadas ao Senhor em favor das doze tribos.
Além disto, havia, mesmo na época de Zacarias (o começo do quinto
século), uma necessidade de haver uma unificação do território
inteiro das doze tribos, como unidade espiritual e geográfica. As
atitudes hostis dos samaritanos (que, regra geral, foram descen-
dentes de estrangeiros que tinham sido traficados) apresentavam
um obstáculo à realização deste ideal. Zacarias 11:14, prevê, por-
tanto, a posterior unificação da inteira área pelos Macabeus, du-
rante a revolta da dinastia hasmoneana.

4. Zacarias 10:10,11 refere-se à Assíria como sendo uma po-
tência independente; sendo assim, a passagem deve ter sido escrita
antes de 612 a.C., quando a Assíria entrou em colapso. Mas, na
realidade, tal dedução é injustificável. O termo “Assíria”, conforme
empregado aqui, não se aplica a um reino contemporâneo; pelo
contrário, é uma designação geográfica empregada num contexto
de predição futura. Parece representar a potência mundial que
controlará o Oriente Próximo durante os últimos dias, e, como tal,
contrasta-se com a potência mundial sulina, do Egito. Compare
Esdras 6:22 que fala da Assíria como sendo uma entidade geográ-
fica, sem qualquer sugestão de que continuava sendo um reino in-
dependente na sua época.

5. Zacarias 10:1-4 indica uma data pré-exílica, segundo se
pensa, por causa da sua alusão a terafins e adivinhos, enquanto o
Judá de após o Exílio não voltou a praticar o culto idólatra. Mas,
na realidade, o contexto mostra que esta alusão à vaidade dos ídolos
e dos adivinhos refere-se à experiência de Israel em tempos passa-
dos; Deus, através da Sua Providência, demonstrara à nação o
quão tola fora em ter confiado nos ídolos, nos dias passados do rei-
nado de Jeoaquim e Zedequias, demonstrando ser Ele o único Deus
verdadeiro. Por causa das infiltrações provenientes dos países vizi-
nhos, pagãos ou semi-pagãos, esta lição precisava ser repetida, mes-
mo na época de Zacarias, a fim de que os judeus se precavessem de
casar-se com esposas estrangeiras. A oração de confissão de Esdras,
registrada em Esdras 9, demonstra também uma vívida memória
das lições do passado no que diz respeito à inutilidade da adoração
aos ídolos que tinha sido praticada pelos israelitas.

A teoria pré-exílica foi defendida pelos seguintes eminentes
estudiosos do século dezenove: Rosenmueller, Hitzig, Baudissin e
Strack. No século vinte, porém, esta teoria tem sido rejeitada como
sendo obsoleta, a maioria dos estudiosos têm preferido uma data
muito mais avançada de composição.

B. A teoria pós-alexandrina, que agora conta com muito
apoio, depende dos seguintes argumentos principais:
mente indicaria aos críticos da escola racionalista que esta invasão
já teria sido assunto histórico do passado. Este mesmo tipo de racio-
cínio tem sido aplicado a Zacarias 11:14, com sua visão da unifica-
ção de Judá e Israel. Isto daria uma data macabéia à composição
da passagem (e.g. cerca de 150 a.C.). Devemos levar em conta, no
entretanto, que Esdras 6:17 e 8:35 estabelecem o fato que uma reu-
nião teórica já tinha sido levada a efeito na ocasião da dedicação
do segundo templo em 516 a.C. É apenas natural, portanto, pro-
curar a implementação da nova unidade como sendo um aconte-
cimento político futuro. 

3. As referências ao bom pastor de Zacarias 11 levaram defen-
sores da teoria da data ulterior a procurar fazer várias identifica-
ções históricas. Segundo Sellin, este bom pastor era o sumo sacer-
dote Onias III, que exerceu sua função durante o reinado de Seleuco
IV (187-175 a.C.). Segundo K. Marti, era Onias IV (que parece ser
aquele mesmo irmão de Onias III que, conforme II Macabeus 13:1-8,
exerceu o ofício durante 10 anos, até ser morto na época de Judas
Macabeu). Quanto ao pastor insensato (Zc 11:17), este tem sido
identificado com Menelaus (que parece ser o mesmo Onias IV)
por Sellin, e por outros, com Alcimo ou Jaquim, que foi colocado
no sumo sacerdócio por Demétrio em 161 a.C., e que morreu em
159. (Alcimo é o candidato de Marti). Quanto aos três pastores de
Zacarias 11:8, têm sido identificados com Lisímaco, Jasom e Me-
nelaus, segundo Marti; ou, segundo Sellin, era Simão II, Menelaus e
Lisímaco.

Estas identificações, dependendo quase que inteiramente de
conjecturas que apresentam grandes variações entre si, implica-
riam numa data de composição em cerca de 150 a.C. Todos estes pro-
cedimentos envolvem, naturalmente, a pressuposição ingênua de
que a língua hebraica não tivesse passado por quaisquer mudanças
lingüísticas entre o quinto e o segundo século a.C. O estilo e a dicção
de Zacarias, mesmo nos capítulos 9 — 14, não dão qualquer indica-
ção de pertencerem a uma época posterior à de Ageu ou de Mala-
quias. Podemos agora contrastar este documento supostamente do
segundo século com a recém-descoberta literatura sectária que data
do segundo e do primeiro século a.C., achada nas cavernas de
Cunrã. Lingüisticamente falando, contrastam-se consideravelmente
com o Hebraico de Zacarias.

4. Dependendo duma teoria de desenvolvimento evolucioná-
rio, os defensores da data do segundo século ressaltam a tendência
 apocalíptica daqueles capítulos de Zacarias que enfatizam de ma-
neira distintiva a escatologia. (Segundo o esquema evolucionário,
o apocalipticismo é considerado a etapa final da religião judaica,
um produto do desespero ao qual foram forçados os judeus ao verem
decepcionadas suas esperanças de domínio mundial, e sua nação
reduzida à servidão pelos impérios gentios.) Estes motivos teoré-
ticos, portanto, levam à atribuição duma data avançada a uma boa
parte do conteúdo dos capítulos 12 até 14, por causa de se achar
ali uma esperança dum julgamento catastrófico dos gentios. Além
disto, por causa de pontos de vista supostamente inconsistentes no
que diz respeito às futuras derrotas e vitórias de Israel, até estes
capítulos têm sido considerados um complexo de matérias tiradas
de várias fontes de data avançada.

II O estilo literário de Zacarias 9 — 14, segundo se alega, é
tão diferente do que se acha nos capítulos 1 — 8, que indica um
autor diferente; e.g. Zacarias II (caps. 9 — 14) emprega a frase
“assim diz o Senhor” uma só vez, enquanto ocorre com grande fre-
qüência em Zacarias I (caps. 1 — 8). Por outro lado, Zacarias II emprega a expressão “naquele dia” dezoito vezes ou mais, enquanto Zacarias I a emprega só três vezes. Além disto, o estilo de
Zacarias II é considerado mais poético e cheio de paralelismos do
que é o caso de Zacarias I.

Refutando estas alegadas evidências de diversidade de autoria,
pode ser demonstrado sem dificuldade que os traços significantes
de estilo que há em comum entre as duas seções do Livro são ainda
mais abundantes. Naturalmente, deve ser entendido que o estilo
de nenhum autor se conserva completamente estático no decurso
de três ou quatro décadas. Se os últimos capítulos de Zacarias fo-
ram compostos entre 480 e 470 a.C., isto esclareceria de maneira
adequada as variações e contrastes alistados no parágrafo anterior.
A diferença de atitude e de situação que havia entre o primeiro
período do seu ministério, quando Zacarias estava enfatizando que
o convite a reedificar o Templo realmente tinha vindo de Deus
(daí a freqüência da expressão “Assim diz o Senhor”), e a situação
existente trinta ou quarenta anos mais tarde, quando sua atuação
como porta-voz acreditado da parte de Deus já tinha sido bem acei-
to, explica de maneira adequada a diferença em fórmulas de cita-
ção. Por outro lado, as profecias de Zacarias II se dirigem a um
futuro muito mais distante do que as de Zacarias I. É naturaL,
portanto, que a frase escatológica “naquele dia” surgisse mais fre-
qüentemente nos capítulos posteriores. Os capítulos anteriores, 1— 8, tratam de julgamentos mais imediatos sobre as potencias
mundiais da Pérsia, Grécia ou Roma, e não do tempo do fim.
Estudiosos conservadores, demonstrando a unidade de Zaca-
rías, indicam a persistência de traços de estilo como os que seguem:

a. “Diz o Senhor” (ne’üm Jahveh) ocorre quatorze vezes em
Zacarias I e seis vezes em Zacarias II (10:12; 12:1, 4; 13:2, 7, 8).
b. “Os olhos do Senhor”, expressão peculiar que se refere
à providência divina, se acha duas vezes em Zacarias I (4:10; 8:6)
e uma vez em Zacarias II (9:8; e talvez devemos acrescentar 12:4,
“meus olhos”).
c. O título divino “Senhor dos exércitos” acha-se três vezes
em Zacarias I e três vezes em Zacarias II.
d. O verbo yãshab “sentar-se”, “morar”, no sentido especial
de “ser habitado”, ocorre duas vezes em Zacarias I e duas vezes
em Zacarias II. (Raríssimas vezes o verbo tem este significado fora
de Zacarias).
e. Há um tipo peculiar de paralelismo em cinco partes que
quase nunca ocorre fora de Zacarias, mas que ocorre uma vez em
Zacarias I e três vezes em Zacarias II (6:13; 6:5,7; 12:4). (Cf.
Young, IAT, 298, 299).

Quanto ao estilo, todos os estudiosos reconhecem que Zaca-
rias está notavelmente livre dos assim-chamados aramaísmos; seu
Hebraico é excelente e puro. Isto dificilmente seria o caso duma
obra composta no segundo século a.C. Conforme já indicamos, as
peculiaridades de gramática e de estilo dos documentos em prosa
dos sectários de Cunrã estão completamente ausentes da obra de
Zacarias.

Mais uma observação deve ser feita quanto aos modernos de-
fensores da teoria pós-alexandrina; é que discordam entre si de
maneira marcante quanto às datas exatas que devem ser atribuídas
às várias partes componentes de Zacarias II. As especulações va-
riam entre 280 e 140 a.C., dependendo do relacionamento variado
que todos eles procuram fazer com episódios e personalidades his-
tóricas que se vinculam com a história helenística. Isto não inspira
confiança na veracidade da sua metodologia.

Fonte: ARCHER, Gleason L. Merece Confiança o Antigo Testamento? 4º ed. São Paulo : Vida Nova, 2003.